Fable 5 redefine expectativas para modelos
Andrej Karpathy trata o lançamento do Fable 5, da Anthropic, como mais do que um salto em benchmarks. O argumento dele é qualitativo: o modelo consegue sustentar sessões de resolução de problemas mais longas e difíceis; portanto, os usuários deveriam entregar trabalhos mais ambiciosos a ele, em vez de apenas repetir os mesmos prompts curtos.
Esse é o principal sinal do dia porque muda a pergunta de adoção dos modelos de fronteira de “ele é mais inteligente?” para “quais tarefas agora podem ser definidas de outro jeito?”. A ressalva aparece em outro ponto do briefing: mais capacidade já está colidindo com orçamentos de tokens.
You can give it a lot more ambitious tasks than what you're used to, the model "gets it" much better and with fewer instructions.