A persuasão de IA encontra um limite
Ross Douthat fixa uma aposta sobre um medo recorrente em IA: mesmo que modelos se tornem muito mais capazes, ele duvida que “superinteligente em persuasão” vire uma categoria realmente significativa. O post responde ao ensaio de Scott Alexander e separa capacidade retórica de conversão humana efetiva.
Marcado por relevância, não por endosso. A objeção contrária é que persuasão em escala pode operar por personalização, timing e volume, não apenas por argumento brilhante; a tese de Douthat força a pergunta certa sobre onde, exatamente, estaria o gargalo humano.
I don't believe that "superintelligent at persuasion" will ever be a meaningful phenomenon.