Claude precisa de identidade própria
Levie puxou o lançamento do Claude no Slack para uma questão operacional: um agente compartilhado não pode simplesmente herdar os recursos pessoais de quem o invoca. Ele precisa existir como usuário do sistema, com ferramentas, dados e permissões próprias para não vazar contexto entre equipes.
O comentário de Andreessen sobre o post da Slack fecha a ironia: a empresa vende um agente embutido no trabalho com um manifesto que parece gerado pelo próprio agente. A substância, porém, é séria: agentes corporativos deixam de ser chat privado e passam a ser colegas com governança de acesso.
the agent then could accidentally then share those out with anyone