O acesso à superinteligência vira disputa de poder
David Sacks endossa a visão de Mark Zuckerberg de superinteligência pessoal e distribui o debate entre acesso amplo, modelos concorrentes e soberania de dados. O argumento central é político: concentrar capacidades em poucos laboratórios e instâncias regulatórias transforma segurança em poder de veto.
A resposta contrária é que modelos muito capazes também ampliam riscos de uso indevido e exigem salvaguardas. O post é uma posição a favor de descentralização, não uma resolução desse conflito.
“The defining question of our age isn’t whether superintelligence will exist, but who will have access to it.”










