A inteligência perde o monopólio
Chamath trata a hipótese de um duopólio de IA como aposta financeira, não como fato consumado. A variável decisiva seria eficiência: modelos abertos menores, harnesses e uma camada de controle podem alterar o custo por resultado e, com isso, a durabilidade das receitas esperadas.
É uma tese sobre como a concorrência chega ao mercado: não apenas por benchmarks, mas por arquiteturas que reduzem consumo de tokens em tarefas reais.
Turns out you can’t build a monopoly on intelligence. Which we would have known simply by looking at humanity.














