Ritmo da fronteira vira disputa de poder
David Sacks aceita que laboratórios na fronteira reduzam o ritmo, mas recusa a ideia de que essa decisão exija uma exceção regulatória ou concorrencial. O argumento desloca a conversa de “segurança versus velocidade” para quem define a regra e sob qual responsabilidade.
Ele também liga previsibilidade e confiabilidade ao interesse comercial: em sistemas críticos, alinhamento pode ser tanto gestão de risco quanto resposta a clientes. É uma posição contestada — defensores de coordenação setorial veem riscos compartilhados que uma decisão isolada não resolve.
Dario has written that we need to “pace the frontier,” and Sam has agreed. People may be surprised by my response: go ahead.









